Remédio para Emagrecer: como age no corpo?


Remédio para emagrecer tem feito sucesso no Brasil, mas a maioria deles escondem perigosos efeitos colaterais, confira!

Em meio a uma variedade de remédios para emagrecer, ter conhecimento de seus efeitos no organismo é fundamental, em especial, para não comprometer a saúde com substâncias nocivas. No texto a seguir, confira mais aspectos desses remédios que visam ajudar na redução de medidas.

Como funcionam os remédios para emagrecer?

Embora diversos estudos já tenham sido realizados, cada vez mais se busca identificar com mais exatidão mecanismos relacionados a fome e saciedade. São questões importantes, em especial, para tratamentos de doenças que podem ser incapacitantes, como a obesidade.

Normalmente, os remédios para emagrecer são formulados com duas propostas, como inibidores de apetite ou para contribuir com maior eficácia no processo de queima de gordura. Normalmente são utilizados por pessoas que já tentaram dietas sem sucesso(como a dieta da nasa ou low carb). O sucesso completo ainda é desconhecido, por isso que existem estudos variados de casos. Afinal, na maioria das opções já liberadas para a comercialização, notam-se divergências de resultados, uma vez que só o remédio não é a única solução.

Remédio para emagrecer

Remédio para emagrecer são necessários?

Os emagrecedores são indicados principalmente quando a obesidade, apresenta riscos graves para a saúde dos portadores. No entanto, é preciso levar em consideração que muitas pessoas buscam por emagrecedores e consomem para perder alguns quilos, mesmo que não estejam obesas. É um cenário preocupante, porque grande parte dos casos trata-se de automedicação, sem nenhum tipo de suporte médico.

Enquanto alguns são aprovados para comercialização, como é o caso da sibutramina e do orlistat, outros, são vendidos irregularmente e muitas vezes possuem distribuição proibida pela ANVISA por não atenderem os requisitos de segurança e comprovação de eficácia necessários.

A sibutramina, a princípio, era direcionada para o tratamento da depressão, porém, ao longo do tempo mostrou um potencial notório para estimular a saciedade e amenizar assim, a ingestão calórica, atuando no sistema nervoso central. Até hoje é um medicamento muito usado, porém, ainda há controvérsias em torno da exatidão de sua excelência.


Já o orlistat, diferentemente da sibutramina, atua no sistema gastrointestinal e seu impacto é direcionado na absorção de gorduras. Dessa forma, 30 % da gordura consumida, ao invés de passar pelo processo de absorção, é eliminada por meio das fezes, por isso, em alguns casos, há ocorrência de diarreias.

No panorama geral, enquanto alguns médicos são realmente contra, outros acreditam que o uso de medicamentos emagrecedores possa ser favorável para alguns casos específicos. Da mesma forma que existem pessoas que já usaram e tiveram resultados satisfatórios, também há falta de mudanças. É necessário lembrar que se o remédio não apresentar efeitos no primeiro mês, alguns profissionais indicam que possa ser ineficaz para o paciente. Sendo assim, buscar outras alternativas.

Remédio para emagrecer

Cuidados com remédios para emagrecer

Deve-se levar em consideração que as alternativas para emagrecer são diversas, desde práticas esportivas, até mudanças na alimentação, cirurgias, entre outras. Uma boa alimentação e a prática de exercícios regularmente ainda são muito defendidas.

No entanto, seja qual for a escolha, é indispensável buscar um profissional capacitado, especialmente para indicar de forma adequada os medicamentos e tratamentos corretos para o seu caso.

Efeitos nocivos no corpo

São vários problemas que podem ocorrer, por isso mesmo que seu uso somente deve ser feito por ordem médica expressa:

Efeitos ligados ao Sistema Nervoso Central (SCN):

  1. Dependência química
  2. Irritabilidade
  3. Insônia ou sono superficial
  4. Tremores
  5. Depressão
  6. Bipolaridade
  7. Agitação
  8. Transtornos compulsivos e impulsivos

Outros efeitos:

  1. Aumento da pressão arterial
  2. Aumento da frequência cardíaca (FC)
  3. Arritmia cardíaca
  4. Diarreia
  5. Doenças inflamatórias intestinais

Também é muito comum que as pessoas que estejam usando o medicamento observem um aumento na produção de gases no intestino, o que pode causar dores abdominais.

Se você também quer saber como ter a pele ótima, sugiro ler sobre o colágeno em capsulas que é bem interessante!

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