Orlistat: Tudo sobre esse Emagrecedor


Os emagrecedores são muito famosos na população, em especial, quando se leva em consideração o alto índice de casos de obesidade, seja no grau 1, 2 ou 3. É neste cenário que o orlistat está integrado, afinal, é um dos poucos remédios aprovados no Brasil que carregam essa premissa. A seguir, confira as informações de maior destaque sobre o orlistat e sua ação.

Orlistat: conheça seu impacto para o peso

O desejo da redução de peso é algo que apresenta uma forte presença em meio a sociedade, seja apenas por fatores estéticos, preferências e/ou questões de saúde. Uma vez que a demanda de consumidores é grande devido a vários fatores, cada vez mais surgem métodos com a proposta do emagrecimento, desde medicamentos, até receitas e estratégias variadas.

A grande preocupação neste cenário, é que alguns desses métodos podem ser nocivos a saúde, especialmente quando adotados sem o devido acompanhamento médico. No caso do orlistat, conforme apresentado, é um dos poucos remédios emagrecedores aprovados no Brasil, assim como a sibutramina.

Esse medicamento visa amenizar a absorção de gordura em torno de 30%, eliminando nas fezes. Por essa razão, é indicado para diversos tratamentos de obesidade ou sobrepeso. É mais recomendado em casos em que a portador da obesidade está propenso a risco de saúde devido a doença.

Aponta-se que seja eficaz tanto para a manutenção, quanto para a perda de peso, em especial, quando aliado a uma dieta balanceada e com um menor valor calórico. Diferentemente de outros remédios, como a sibutramina que tem ação direcionada para o sistema nervoso central, o orlistat tem atuação mais restrita ao sistema gastrointestinal.

orlistat

Resultados e efeitos colaterais do Orlistat

Assim como todos os outros fármacos, o uso do orlistat pode proporcionar resultados distintos em cada pessoa, assim como o teor de perda de peso. Enquanto algumas pessoas conseguem de fato emagrecer, também existem aquelas que emagrecem muito pouco ou não observa resultados.

É interessante observar que o remédio incorporado ao tratamento do sobrepeso ou obesidade, atua como complemento, porque em grande parte dos casos, envolve outros fatores, como a mudança de hábitos diários e terapias, ou seja, engana-se quem julga o remédio como solução fácil e única.

Em relação aos efeitos colaterais, estudos apontam que podem ser incômodos, porém, poucos severos, como urgência e incontinência fecais.

Há também estudos que abordam o potencial tóxico que o medicamento pode apresentar, porém, em relação a esses fatores, ainda há escassez de informações e exatidão.

Ao se tratar do tratamento da obesidade ou excesso de peso, é fundamental usar remédios prescritos pelo médico, evitando sempre a automedicação, uma vez que o uso da quantidade ou substância inadequadas, é capaz de comprometer sua saúde e bem-estar, gerando reações desconfortáveis ou até mesmo prejuízos, dependendo do valor.

Alguns remédios são retirados dos mercados ou apresentam riscos, por não seguirem às normas de segurança da ANVISA, em especial, aqueles que são vendidos sem selo de autenticidade, apresentam propostas milagrosas e escassez de comprovação em torno dos componentes de sua fórmula.

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