Automedicação: quando o remédio faz adoecer!

Você toma remédios por conta própria? Possui o hábito de comprar medicamentos, mesmo quando não precisa deles? Conhece os riscos da automedicação?  Clique aqui e informe-se!

Existem pessoas que não são capazes de contabilizar as inúmeras ocasiões que fizeram uso de alguma medicação por conta própria, principalmente para o alívio imediato de algum incômodo. Alguns mantém uma pequena farmácia em casa para emergências, ou ainda, buscam indicações para os males físicos com amigos ou parentes, que não são profissionais da saúde (médico ou farmacêutico).

automedicação

A verdade é que a automedicação é uma prática bastante comum não apenas no Brasil, mas também em outros países. As propagandas, por sua vez, através da mídia televisiva e vários outros meios de comunicação (rádio e “outdoors”) insistem em potencializar a tradicional frase: “persistindo os sintomas um médico deve ser consultado”, como se isso fosse o bastante. Não é!

O que leva a prática da automedicação?automedicação-dicas

No Brasil, pelo menos 35% dos medicamentos adquiridos são feitos através de automedicação, embora haja regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para a venda e propaganda de medicamentos que possam ser adquiridos sem prescrição médica, não há regulamentação e nem orientação para aqueles que os utilizam. E assim, os principais fatores que ocasionam o uso indiscriminado de remédios são:

  • Economia de tempo;
  • Facilidade de acesso;
  • Dificuldade e demora no atendimento médico;
  • Buscar por informações  online rápidas, que algumas vezes podem ser pontuais, sem maiores informações e que não alertam para os riscos;
  • Influência de propagandas e conhecidos;
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A decisão de levar um medicamento da palma da mão até o estômago é exclusiva de cada um, porém há a responsabilidade dessa ação, já que os remédios têm efeitos colaterais e para fazer ( o bom) uso deles, o mais correto é estar respaldado pela opinião do profissional de saúde, que tenha domínio sobre as ações medicamentosas no organismo.

Os riscos, muito além dos efeitos colaterais:

De acordo com o Ministério da Saúde, nos últimos cinco anos no Brasil, foram registrados quase 60 mil casos de internações por automedicação. As pessoas não estão atentas que isso pode agravar doenças e ainda causam uma série de problemas como:automedicação-risco

  • Medicar sintomas;
  • Mascarar a realidade;
  • Impedir o diagnóstico preciso;
  • Inviabilizar o tratamento de problemas sérios ainda no início;
  • Uso de doses inadequadas;
  • Reação alérgica;
  • Uso do medicamento vencido;
  • Fatalidades graves (morte!!);

Além disso, há o risco da combinação errada de substâncias, que pode anular ou potencializar o efeito da outra, assim como a digestão de medicamento fora do prazo de validade pode causar intoxicação. Os riscos são sérios e a venda de medicamentos sem a apresentação da receita é cultural no país, mas traz implicações sérias para a saúde pública.

Nós, do Guia do Corpo, trouxemos esse artigo por cidadania, ética e compromisso com o nosso tema principal: a saúde. Alertamos que adquirir um medicamento sem prescrição não permite ninguém fazer uso indevido do mesmo, isto é, usá-lo por indicação própria, na dose que lhe convém e na hora que achar conveniente.

Estamos em acordo com a saúde pública , através do SUS, que esclarece que a automedicação pode trazer consequências graves para a saúde e ainda segundo o Ministério da Saúde, o hábito pode aumentar a resistência de microorganismos e até inibir a eficácia dos remédios.

 A responsabilidade dessa escolha está em suas mãos! Seja consciente e responsável!

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